aviação executiva

O crescimento da aviação executiva no Brasil

Tempo de leitura 2 min

aviação executiva ou aviação não-regular pode ser caracterizada como uma subdivisão da aviação regular, atendendo principalmente empresários, corporações e o público que necessita de um meio de transporte eficiente para a conduzir seus negócios e transações comerciais.

Nesta categoria estão inclusas aeronaves particulares utilizadas durante voos privados e também àquelas pertencentes a empresas para o transporte exclusivo de proprietários, clientes em potencial e seus convidados.

aviação executiva difere-se da aviação regular principalmente no que tange as suas rotas exclusivas, maior abrangência, horários de pouso/decolagem mais flexíveis, maior privacidade, além de contar com aeronaves relativamente menores do que aquelas que perfazem as frotas na aviação regular.

Principalmente no Brasil, um país geograficamente extenso, a aviação executiva faz-se cada vez mais importante para promover o transporte de pessoas e o desenvolvimento de transações comerciais em áreas de difícil acesso, já que possui maior alcance quando comparado com os voos regulares. Além disso, com o crescimento acentuado do agronegócio no país, faz-se necessária a utilização de aeronaves agrícolas, jatinhos e aviões específicos para o setor que contribuam com o desenvolvimento agrícola e possibilitem a locomoção dos empresários, que antes viam-se restritos ao uso de estradas e rodovias de difícil acesso.

Nos últimos anos, principalmente como consequência direta da pandemia de COVID-19, a aviação executiva vem mostrando um crescimento exponencial no Brasil. Isso porque após o cancelamento de inúmeros voos comerciais para frear a disseminação do vírus, as pessoas ainda precisavam se locomover com agilidade, de modo que a aviação executiva passou de uma opção para a solução de muitos.

Além disso, o fato de as aeronaves contarem com um menor fluxo de pessoas, contribui para que as pessoas se sintam mais seguras para viajar, por estarem menos expostas ao vírus, optando assim pelos voos executivos.

Outros fatores também contribuem significativamente para este aumento, como alterações regulatórias aprovadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), nas quais destacam-se a liberação para que as companhias de transporte não regular possam vender seus assentos para demais passageiros e a possibilidade de propriedade compartilhada de aeronaves.

Essas medidas contribuem não apenas com o aquecimento do mercado, mas também com uma maior visibilidade para que novos grupos de pessoas optem pela utilização da aviação executiva.

Dados do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA) compilados pela Associação Brasileira de Aviação Geral (ABAG) mostram um crescimento de 23% nos pousos e decolagens executivos em comparação com a mesma faixa temporal em 2020. , indo na contramão de um cenário de crise econômica em âmbito mundial. A tendência é que a demanda continue aumentando e que cada vez mais pessoas tenham acesso a esse nicho específico de meio de transporte, contribuindo também com melhorias no cenário econômico do país.


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