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Como funciona o transporte de animais em aviões?

Tempo de leitura 4 min

Na hora de viajar, além dos cuidados com bagagens, passagens e hospedagem, uma outra preocupação costuma afligir os donos de animais de estimação. Afinal, o que fazer com os bichinhos quando não é possível deixá-los com alguém? Como funciona o transporte de animais em aviões.

Tem sido cada vez mais natural que, em casos assim, os animais voem com os seus donos, a partir da permissão, pelas companhias aéreas, do serviço de transporte de animais nos aviões.

Atualmente, é permitido que você viaje com o seu pet em deslocamentos aéreos, com o animal podendo ficar ao seu lado na cabine ou no bagageiro da aeronave.

Para que isso aconteça, porém, é necessário que uma série de normas sejam cumpridas pelo viajante. Também deve ser levado em consideração as restrições impostas por algumas empresas a depender do porte, raça e idade do animal.

Sendo assim, conheça as regras que habilitam o transporte de animais em aviões.

Quais as exigências para o transporte de animais em aviões e quais os principais cuidados necessários?

O funcionamento do serviço de transporte de animais em aviões varia para cada linha aérea, com condições e regras específicas. Tendo isso em mente, é essencial consultar com antecedência as normas de cada companhia, que dependem do modelo do avião e do local em que o pet vai ser transportado.

As companhias tendem a cobrar uma taxa para o transporte, fazendo com que o serviço seja solicitado antecipadamente e esteja sujeito à confirmação.

Via de regra, o limite de peso (soma do peso do animal e da caixa que vai transportá-lo) aceito na cabine varia dependendo da companhia. No caso de o limite ser ultrapassado, o transporte pode ser feito no compartimento de carga da aeronave, que também respeita um limite de peso estabelecido.

Se exige que os animais sejam acomodados limpos e sem odor desagradável em uma caixa propriamente destinada para o transporte de animais em aviões, conhecida como “kennel”.

HAWTHORNE, CA – JULY 16: A dog sits in its crate near stuff toy pigs and pet food before the southern California maiden voyage of Pet Airways on July 16, 2009 in the Los Angeles-area city of Hawthorne, California. The new pets-only airline will make stops in Denver, Chicago, Washington, DC and New York. Pet Airways, based in Delray Beach, Florida, is operating a 19-passenger Beech 1900 aircraft in partnership with Suburban Air Freight with the seats removed to carry up to 50 pets in animal crates per flight. Despite economic hard times for most U.S. businesses, the airline expects to add service to Boston later this year and expand into 25 cities within two years. (Photo by David McNew/Getty Images.

A caixa deve ser resistente, bem ventilada e com tamanho adequado para o pet. Ela deve possuir ainda uma trava, que impeça o animal de sair do espaço. Como o bichinho vai ocupar a caixa durante toda a viagem, é necessário que ela possibilite conforto e capacidade de movimento para ele.

Nesse sentido, é fundamental adaptar o animal à nova situação. Em relação à caixa, o ideal é que ele se acostume ao equipamento pelo menos 15 dias antes da viagem.

Para isso, a caixa pode ficar aberta e acessível para o pet em um local no interior da casa, para que ele se familiarize com o ambiente. No tempo em que ele estiver dentro da caixa, você pode fechar a porta e aumentar, gradativamente, o período de permanência no local.

Dessa forma, o animal vai se habituar à presença na caixa por maiores períodos, simulando o que vai ser encontrado na viagem.

De qualquer maneira, antes de decidir levar o seu animal em uma viagem aérea, é muito importante avaliar as suas condições gerais de saúde. A consulta com um veterinário vai garantir que ele esteja em circunstâncias adequadas para um deslocamento desse tipo, sem maiores riscos.

Por essa razão, também é exigido pelas empresas aéreas que o animal esteja com as vacinas em dias, bem como apresente um atestado de saúde específico para aquela viagem.

Para transportes interestaduais/domésticos, é necessária a apresentação de carteira de vacinação com comprovante de vacina antirrábica aplicada a mais de 30 dias e a menos de um ano. Já o atestado médico deve ser emitido pelo médico veterinário com até 10 dias de antecedência da viagem, assegurando as boas condições de saúde do animal para viajar.

Já para os deslocamentos aéreos internacionais, o transporte de animais só é assegurado com a apresentação de certificados veterinários e sanitários internacionais, além dos atestados sanitário e de saúde e da carteira de vacinação.

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