Os Impactos da Covid-19 na Aviação
A disseminação da COVID-19 está colocando sérios desafios para as companhias aéreas, aeroportos e a aviação em geral. Em longo prazo, no entanto, a pandemia pode ajudar a catalisar o investimento em novas tecnologias e remodelar radicalmente o setor.
Apesar da enorme incerteza, na próxima década, as partes interessadas devem esperar que o tráfego diminua e mais investimentos sejam direcionados aos avanços digitais e tecnológicos.
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Mudanças nas operações de carga
A redução do tráfego de passageiros pode significar que as partes interessadas poderiam reservar mais recursos para o desenvolvimento de drones e veículos autônomos para melhor atender todo o ecossistema.
O setor de carga já está bem acostumado a usá-los. O Aeroporto Internacional de Edmonton, no Canadá, por exemplo, agora está usando drones para entregas em áreas remotas, além de realizar inspeções no aeroporto e controle de aves.
No futuro, essas práticas poderão se tornar a normalidade.
Serviços essenciais no Brasil
Em 20 de março de 2020, o presidente emitiu o Decreto 10.282/2020 para regulamentar a Lei 13.979/2020 e definir as funções públicas e atividades privadas consideradas essenciais pelo Governo e não deve ser interrompido por medidas de quarentena.
Entre os muitos serviços listados como críticos para os interesses do país, estão incluídos transporte de passageiros e mercadorias, controle de tráfego marítimo e vigilância aduaneira.
Em 15 de abril de 2020, o Supremo Tribunal Federal afirmou por unanimidade que, independentemente das diretrizes e recomendações do Ministério da Saúde, estados e municípios têm autonomia para adotar simultaneamente normas e medidas para combater o surto e decidir, dentro dos limites de seus poderes, quais serviços e atividades são considerados essenciais em sua jurisdição.
Atualmente (agosto de 2020) diversos estados já estão passando por processos de reabertura parcial do comércio.
Medidas sanitárias para portos, aeroportos e passagens terrestres
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) definiu padrões para aumentar a vigilância e os controles nos portos, aeroportos e travessias de terra do Brasil.
Em 25 de março de 2020, a agência lançou Notas Técnicas específicas, fornecendo recomendações de saúde para serem tomadas em aeronaves, aeroportos, veículos terrestres, travessias terrestres, embarcações e portos.
As principais diretrizes sobre medidas de saúde nos portos, aeroportos e pontos de entrada estão contidas na Nota Técnica 38/2020 e na Nota Técnica 40/2020, que incluem orientações para inspetores sanitários e equipes de saúde sobre o uso de EPI (equipamento de proteção individual), maior sensibilidade para detecção e gerenciamento de casos suspeitos de Covid-19.
Além disso, também são citados reforços dos planos de contingência e formas de preparação para notificação imediata de casos suspeitos nos pontos de entrada e transporte, intensificando as rotinas e procedimentos de limpeza e desinfecção nos terminais portuários e aeroportuários.
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